Mostrar mensagens com a etiqueta Formação Cívica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Formação Cívica. Mostrar todas as mensagens

2 de dezembro de 2014

A EDUCAÇÃO SEXUAL NA TURMA

Educação sexual na escola, para quê?

Algumas finalidades da educação:


A valorização da sexualidade e afetividade entre as pessoas no desenvolvimento individual;

O desenvolvimento de competências nos jovens que permitam escolhas informadas e seguras;

A melhoria dos relacionamentos afetivo-sexuais dos jovens;

A redução de consequências negativas dos comportamentos sexuais de risco (gravidez não desejada e as IST);

A capacidade de proteção face a todas as formas de exploração e de abusos sexuais;

A valorização de uma sexualidade responsável e informada;

A promoção da igualdade entre os sexos;

A compreensão científica do funcionamento dos mecanismos biológicos reprodutivos;

A eliminação de comportamentos baseados na discriminação sexual ou na violência em função do sexo ou orientação sexual.

Proposta de implementação do Decreto Lei nº60/2009


            O Decreto Lei n.º 60/2009, de 6 de Agosto, que “estabelece o regime de aplicação da Educação Sexual em meio escolar” prevê a obrigatoriedade de inclusão da Educação Sexual nos Projetos Educativos dos Agrupamentos de escolas. O número de horas definido para o projeto da educação sexual por ciclo serão de 6 tempos no 2.º ciclo e 12 tempos no 3.º ciclo.
            Neste contexto, entende a equipa do Núcleo da Educação para a Saúde ser necessário:
  • Reformular o Projecto Educativo de Escola de modo a enquadrar a Educação sexual em meio escolar de acordo com o referido Decreto.
  • Estabelecer nos Conselhos de Turma, um projecto de Educação Sexual da turma, do qual devem constar os conteúdos e temas, as iniciativas, as entidades, técnicos e especialistas externos às escolas. Nas participações ter presente a transversalidade do tema.
  • Definir quem em conjunto com o Diretor de Turma fica como o professor responsável, pelo referido projeto.
  • Informar os Encarregados de Educação das actividades curriculares e não curriculares no âmbito da Educação Sexual.



Proposta de Intervenção NES – 2014-2015



3º Ciclo
7.º Ano:
→ Educação Sexual: 
  • Dimensão ética da sexualidade humana – Compreensão da sexualidade como uma das componentes mais sensíveis da pessoa, no contexto de um projeto de vida que integra valores (por exemplo: afetos, ternura, crescimento e maturidade emocional, capacidade de lidar com frustrações, resiliência, compromissos, abstinência voluntária) e uma dimensão ética.

→ Prevenção do Consumo de Substâncias Psicoativas.
→ Saúde Mental – Prevenção da Violência em Meio escolar.

8.º Ano:
→ Educação Sexual:
  • Sexualidade e Responsabilidade.
  • IST (Infeções Sexualmente transmissíveis) – Prevenção e consequências.
  • Prevenção dos Maus tratos e das Aproximações abusivas (saber dizer não a pressões emocionais e sexuais).

→ Bullying / Violência Física e sexual.
→ Ambiente e Saúde             (colaboração das C.N.).
→ Prevenção do Consumo de Substâncias Psicoativas.

9.º Ano:
→ Saúde Sexual e reprodutiva:
  • compreensão do ciclo menstrual e ovulatório; compreensão da fisiologia geral da reprodução humana; esclarecimento sobre o uso e acessibilidade dos métodos contracetivos e, sumariamente, dos seus mecanismos de ação e tolerância (efeitos secundários); compreensão do processo de interrupção involuntária da gravidez e suas sequelas. (colaboração das C.N.)

→ Cidadania e Prevenção da Violência / Violência no Namoro.
→ Distúrbios Alimentares.
→ Prevenção do Consumo de Substâncias Psicoativas.

*******

No Ensino Básico, a Educação Sexual integra-se no âmbito da promoção da Educação para a Saúde nas várias disciplinas (transversalidade da Educação Sexual) com especial incidência nas Ciências Naturais e da Natureza e nas Áreas Curriculares não Disciplinares.

Os conteúdos mínimos e temas a abordar neste âmbito, integram-se no Currículo Nacional do Ensino Básico e são os propostos pelo Ministério da Educação e Direção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.


(Fonte: Documento produzido pelo núcleo de saúde da Escola – PES, Lisboa, nov. 2014)





1 de dezembro de 2014

Programa PARLAMENTO DOS JOVENS debate sobre “Combate ao insucesso escolar”

Aula de Formação Cívica
Sumários: [1.] Reflexão sobre “Combate ao insucesso escolar”, através da leitura de alguma documentação sobre o tema. [2.] Registo de 10 medidas para combater o insucesso escolar. [3.] Elaboração de material – folhetos, cartazes, posters, slogans, etc. – para defesa e divulgação dessas medidas.



V. página oficial do Parlamento dos Jovens

PROBLEMÁTICA

Debate nas escolas com a presença de deputados da assembleia da república
Tendo terminado [no dia 27.10.2014] o prazo de inscrição das escolas na edição 2014-2015 do Parlamento dos Jovens, inicia-se agora a etapa de dinamização de debates na escola sobre os temas aprovados:
“Combate ao insucesso escolar” (ensino básico)
“Ensino público e privado: que desafios?” (ensino secundário)
Para além da promoção de debates envolvendo a comunidade educativa, convidando entidades locais ou especialistas, as escolas podem ainda organizar um debate com um Deputado da Assembleia da República.




Debate sobre o tema – Combate ao insucesso escolar
Sessão nacional (ensino básico) do Parlamento dos Jovens:
4 e 5 de maio de 2015

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA

“O programa Parlamento dos Jovens é organizado pela Assembleia da República [AR], em colaboração com outras entidades, com o objetivo de promover a educação para a cidadania e o interesse dos jovens pelo debate de temas de atualidade.
Culmina com a realização de duas Sessões Nacionais na AR, preparadas ao longo do ano letivo, com participação de Deputados, designadamente da Comissão de Educação, Ciência e Cultura, órgão parlamentar responsável pela orientação do programa.
Todas as Escolas do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do secundário são convidadas a participar.

DICAS PARA EXPLORAÇÃO DO TEMA:

Bibliografia; estatísticas, legislação; ligações na net.
Alguns recursos informativos sobre o tema “Combate ao insucesso escolar”, em debate na edição do ensino básico do Parlamento dos Jovens 2014-2015.
Estes recursos constituem pistas para professores e alunos explorarem o tema em conjunto e poderão ser um complemento para uma eventual pesquisa mais aprofundada que venham a desenvolver.

BIBLIOGRAFIA
  • BELO, Berta (2011) Os processos de produção do insucesso escolar: o ponto de vista dos alunos. – Dissertação de mestrado. Lisboa: ISCTE.
  • BENAVENTE, Ana (1990) «Insucesso escolar no contexto português – abordagens, concepções e políticas», in Análise Social, vol. XXV, n.º 108-109, 715-733.
  • CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA (2011) «Recomendação do Conselho de 28 de junho de 2011 sobre as políticas de redução do abandono escolar precoce», in Jornal Oficial da União Europeia (2011/C 191/01), 1-6.
  • CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (2013) Estado da Educação 2013. Lisboa: Conselho Nacional de Educação.
  • ESTÊVÃO, Pedro e ÁLVARES, Maria (2013) «A medição e intervenção do abandono escolar precoce: desafios na investigação de um objeto esquivo», in CIES e-Working Papers. 157.
  • JUSTINO, David et al. (2014) Atlas da Educação – Contextos Sociais e Locais do Sucesso e Insucesso. Portugal, 1991-2012. Lisboa: Cesnova.
  • LEITE, Teresa (2011) Currículo e Necessidades Educativas Especiais. Aveiro: Universidade de Aveiro.
  • LEMOS, Valter (2013) «Políticas Públicas de Educação: Equidade e Sucesso Escolar», in Sociologia, Problemas e Práticas, n.º 73, 151-169.
  • MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (2011) Diferenças de género nos resultados escolares. Estudo sobre as medidas tomadas e a situação actual na Europa. s.l.: Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação, Ministério da Educação. [no programa Eurydice]
  • RIBEIRO, Célia e ALVES, Paula (2011) «(In)sucesso escolar: a influência das estratégias de estudo e aprendizagem», in Máthesis, 20, 45-54.
  • TAVARES, Susana (2012) A percepção dos alunos sobre a escola, sucesso e bem-estar escolar. – Dissertação de mestrado. Lisboa: ISCTE.


ESTATÍSTICAS

LEGISLAÇÃO
LIGAÇÕES NA INTERNET

Estas aulas de Formação Cívica incluem-se nas temáticas de educação para a cidadania.


O programa ECO-ESCOLAS na Escola Marquesa de Alorna

Aula de Formação Cívica.
Sumário: Visionamento de um vídeo de sensibilização para os problemas ambientais. Eleição do "Embaixador para o Ambiente" do Eco-escolas. 



Mais do que nunca, é preciso estar atento às problemáticas ambientais. Vê o vídeo:

Preservação da Natureza - Terra, Planeta vivo!

por: Elaine Rodrigues & Leila Jéssica, Ciências Biológicas - UFRN / Brasil

PROBLEMÁTICA

Os problemas ambientais vividos no mundo de hoje são consequência direta da intervenção humana no planeta e nos ecossistemas, causando desequilíbrios ambientais no planeta, comprometendo a vida.     A Educação Ambiental é um caminho possível para mudar atitudes e, por consequência, o mundo, permitindo ao aluno [...] trilhar um caminho que o leve a um mundo mais justo, mais solidário, mais ético, enfim, mais sustentável.”

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA

O Eco-Escolas é um Programa Internacional, desenvolvido em Portugal desde 1996 e há alguns anos nesta escola, que pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pelas escolas no âmbito da Educação Ambiental e/ou Educação para o Desenvolvimento Sustentável.
Para aderir a escola tem de manifestar vontade de melhorar o seu desempenho ambiental, envolvendo a comunidade e em especial os alunos nos processos de decisão e implementação do programa, em qualquer das suas fases.

Conselho Eco-Escolas
Um dos primeiros passos é a criação do Conselho Eco-Escolas, que deve ser representativo da comunidade escolar.

A eleição do “Embaixador para o Ambiente”
Para tal solicita-se aos Diretores de Turma que divulguem esta atividade e que moderem na sua turma a eleição do seu “Embaixador para o Ambiente” cujo trabalho será:

  • Representação da turma no Conselho Eco-Escolas;
  • Informar a turma dos assuntos discutidos;
  • Dinamizar as atividades e, sempre que possível, envolver os colegas da turma nestas;
  • Transmitir as suas ideias e as dos colegas de turma no Conselho Eco-Escolas.
Após eleição, o DT fará o favor de registar os elementos de identificação do aluno eleito (Nome /Nº/turma), no quadro da folha amarela afixada na sala dos DT’s.
Esta aula de Formação Cívica inclui-se nas temáticas de educação para a cidadania.

CONSELHO ECO-ESCOLAS – EMBAIXADORES DO AMBIENTE 2014/2015


 SESSÕES CALENDARIZADAS:

16/12/2014 – 14h30
26/02/2014 – 15h30
13/05/2014 – 15h30
4/06/2014, Fórum dos Embaixadores – De Tarde.