1.1.Ler
ficha informativa sobre o teatro, no manual: p. 157.
1.2.Treinar
com a ficha de “auto-avaliação”, p. 156, os exercícios 1 a 6.
1.3.Rever
a biografia de Alice Vieira.
1.4.Reler
o texto dramático “Leandro, rei da Helíria” com a ajuda do guião de estudo
(fotocópias fornecidas pelo professor).
2.Gramática:
Rever as classes e subclasses de palavras (no caso dos verbos, só precisam de identificá-los,
não é exigido saber as subclasses, neste teste). – Rever última ficha de
gramática.
3.Escrita:
Rever no manual e no caderno o que é uma biografia (p. 229 – vida de Miguel
Torga; p. 200-201 – vida de António Gedeão).
Serão fornecidos os dados para
escrever uma biografia: é preciso reordenar e reescrever um texto biográfico com
lógica e correcção.
1. Prazo: a entrega dos poemas a concurso deve ser feita no Centro de Recursos entre os dias 2 e 18 de maio de 2016.
2. Só serão considerados válidos os poemas entregues dentro do prazo.
3. O Concurso é subordinado aos temas: amor, solidariedade e sonho.
4. A participação no concurso é voluntária e individual.
5. Os poemas devem conter os seguintes elementos de identificação: nome completo, número, ano e turma.
6. A seleção dos poemas a concurso é feita por um júri composto por três elementos: a Coordenadora do Centro de Recursos e dois professores: um de 2º e outro de 3º ciclo de acordo com o procedimento seguinte: a) Os critérios de avaliação dos poemas entregues obedecem aos itens seguintes: adequação morfossintática, riqueza de conteúdo, originalidade do tema e do estilo. b) O júri seleciona os 3 melhores poemas de cada ano de escolaridade.
7. Os textos que não corresponderem às cláusulas do presente regulamento não serão considerados para efeitos de concurso.
8. Não haverá recurso das decisões do júri.
9. Aos autores dos melhores poemas, serão atribuídos prémios, no Dia do Patrono, e os seus nomes serão divulgados no blogue da biblioteca.
10. Todos os participantes receberão um certificado de participação.
11. Os premiados serão convidados a ler os seus poemas na cerimónia pública de entrega dos prémios.
Organização (seleção de poemas e prefácio) de Alice Vieira
Ilustração de Danuta Wojciechowska
Colectânea de poemas da autoria de:
Luís de Camões, Almeida Garrett, Afonso Lopes Vieira, Fernando Pessoa, Miguel Torga, Mário Castrim, Eugénio de Andrade, Natércia Rocha, Ruy Belo, Luísa Ducla Soares, Manuel António Pina, entre outros.
Lisboa: Dom Quixote, 2008.
ISBN 978-972-20-3566-8
Primeiro Livro de Poesia
Organização de Sophia de Mello Breyner Andresen
Júlio Ilustrações de Júlio Resende
Lisboa: Caminho, 1991.
ISBN 972-21-0597-3
Colectânea de poemas da autoria de:
João Roiz de Castelo Branco, Luís de Camões, Manuel Bandeira, Vitorino Nemésio, Sidónio Muralha, Alexandre O’ Neill, Miguel Torga, Eugénio de Andrade, José Craveirinha, Jorge Lauten, entre outros.
"Este livro não é uma antologia e muito menos uma antologia panorâmica. Constituído por obras de poetas de todos os países de língua oficial portuguesa, é um livro de iniciação, destinado à infância e à adolescência e onde procurei reunir poemas que, sendo verdadeira poesia, sejam também acessíveis. […] Não quis fazer um livro de ensino mas apenas mostrar o poema em si próprio. Pois creio que só a arte é didática."
Sophia de Mello Breyner Andresen (posfácio da 1.ª ed.)
Florbela Espanca é uma poetisa portuguesa. Nasceu a 8 de dezembro de 1894, em Vila Viçosa, e faleceu a 8 de dezembro de 1930, em Matosinhos, com 36 anos.
Infância e adolescência
A 10 de março de 1897, nasce o irmão de Florbela, Apeles
Espanca, tal como ela registado como filho natural de Antónia da Conceição
Lobo e de pai incógnito.
Mais tarde, em 1927, Apeles morrerá na queda do hidroavião
que tripulava e Florbela sentirá muita a perda do seu único e amado irmão.
Habilitações literárias
(estudos)
Em 1905, Florbela matriculou-se no 1.º ano do liceu de Évora, que frequentou até 1912; a 9 de outubro de 1917, matriculou-se na Faculdade de Direito de Lisboa, curso que não viria a concluir.
Profissão
Florbela deu explicações a alunas e trabalhou temporariamente num colégio, no Redondo, perto de Vila Viçosa.
Obra publicada
Publicou três livros de poesia: Livro de Mágoas (1919), Livro de Soror Saudade (1923) e a sua obra-prima – Charneca em Flor (1931). O seu amigo e tradutor em língua italiana publicou, após a sua morte, o livro Cartas de Florbela Espanca (1931) e Juvenília (1931), um conjunto de poemas inéditos.
Prémios
[…]
(episódios da sua vida)
Florbela casou-se três vezes (em 1913, com Alberto Moutinho; em 1921, com António Guimarães e, finalmente, em 1925, com Mário Lage) e divorciou-se duas. O seu primeiro casamento aconteceu a 8 de dezembro, data do seu nascimento e da sua morte.
Quase desconhecida no seu tempo, Florbela Espanca é hoje uma das poetisas em língua portuguesa mais lidas em todo o mundo.
uma temática de Boas Práticas, através da qual se aprendem e aprofundam conceitos básicos relacionados com a interpretação e a representação, com exemplos em vídeo;
uma área destinada à realização de experiências radiofónicas (bandas sonoras), muitas vezes utilizadas na prática teatral;
uma área de Caracterização, através da qual é possível aprender as técnicas de maquilhagem, uma acção fundamental no processo de caracterização das personagens;
os Figurinos, onde se divulga uma colecção de figurinos de época, pertencente à DGIDC que os disponibiliza, de forma continuada, para as diferentes atividades dramáticas que se realizam nas escolas;
um velho baú onde se poderão encontrar textos para dramatizar, com diferentes tempos de duração, que poderão ser livremente utilizados;
o Clube de Teatro, onde são divulgados diversos blogues, concebidos e desenvolvidos por grupos de teatro escolar.
4. Os Testemunhos remetem para um conjunto de depoimentos de individualidades associadas ao teatro.
5. No Bar, La Fúria da Net, a ensaiadora do Teatro Virtual, convida os utilizadores a visitarem o Facebook para dialogar com os amigos sobre os diferentes conteúdos apresentados no sítio Ler + Teatro.
"Eu espero é um livro que fala das coisas pelas quais se espera na vida.
Quando se é pequeno, esperam-se pequenas coisas: que o bolo esteja bom, que chegue o Natal, um beijo antes de adormecer; depois, ao crescer, esperamos coisas maiores: o amor ou o fim da guerra.
Fiz sempre banda desenhada e livros humorísticos, mas, recentemente, senti a necessidade de escrever um livro sobre o sentido da vida. Assim nasceu Eu espero.
O livro conta as coisas que se passam na vida com frases curtas, mas principalmente com imagens simples e ternas, desenhadas por Serge Bloch.
A vida é feita de acontecimentos alegres ou tristes; o mesmo se passa em Eu espero: o amor, o casamento, mas também a doença e a morte.
Se bem que repleto de emoção, não se pode considerar um livro triste. Talvez seja o meu melhor livro até hoje […]" - o autor, Davide Cali
O Palco 13 apresenta todos os sábados e domingos [de 2010], às 11h00, no palco do Teatro Mirita Casimiro, no Monte Estoril [Av. Fausto Figueiredo, Cascais], a peça de teatro infanto-juvenil "Leandro, Rei da Helíria", da escritora Alice Vieira.
Encenação de Marco Medeiros
Elenco:
David Ferreira, Diogo Ferreira, Diogo Mesquita,
Gonçalo Carvalho, Henrique Carvalho, Hugo Barreiros,
Inês Cunha, Inês Jindrich e Joana Castro.
Sinopse:
"Quando um velho Rei decide abandonar o trono a favor de uma das filhas (aquela que provar que o ama mais), comete um grave erro.
Ao pensar que Violeta, a filha mais nova, não gosta de si por comparar o seu amor pelo Rei ao amargo do sal, decide expulsá-la do reino. Não sabia ele que para tudo na vida é preciso tempero...
E vai descobri-lo da pior forma, visto que facilmente as outras duas descendentes se enfadam de si e afastam-no do seu próprio reino.
Começa a vaguear por terras distantes, e é no conforto de um reino onde tudo é perfeito que encontra a paz que houvera perdido. Um reino onde os pássaros cantam alegremente e a comida é temperada com sal..." (fonte do texto no Guia da Cidade)
Também é uma reflexão sobre o envelhecimento (do Rei), o poder (de quem reina: o rei, as duas filhas), a fidelidade (o Bobo) e sobre a essência do amor: paternal (o Rei é um pai), filial (as três filhas, as princesas), dos pares amorosos (as três princesas e os respetivos noivos/maridos).
"A história de um rei que pretende eleger uma das suas filhas, aquela que demonstrar maior amor por ele, para ficar com o seu reino. Só que a escolha não vai ser a melhor... sendo que a moral da história é que o amor não tem medidas." (in SapoVídeos)
Considerada a maior produção teatral dos últimos anos da Companhia de Teatro ARCA, "Leandro, Rei da Helíria" é uma aposta na qualidade e no bom gosto: uso de alta tecnologia em cena, complexos adereços e um faustoso guarda-roupa.
São cerca de duas horas de espetáculo em que o público vibra com esta história concebida pela escritora e jornalista Alice Vieira, história simultaneamente dramática e cómica.
Trata-se de um espetáculo para toda a família, onde uns se deixam encantar pela história maravilhosa de príncipes e princesas, com cenas hilariantes e um Bobo tragicómico, e outros se enternecem com o destino de um Rei e Pai, decifrando o enredo simples mas também crítico e simbólico desta peça teatral.
"Companhia de Teatro Arca - Avelena leva a cena uma das maiores produções teatrais dos últimos anos, a peça , um espetáculo onde o publico vibra com uma fantástica história encantada de reis, príncipes e princesas, e delicia-se com o enredo e simbolismo que esta peça transmite.
Sinopsis
Era uma vez um rei bondoso, duas filhas más, uma filha boa e um bobo fiel, que viviam num reino muito distante chamado Helíria. Um dia, o rei Leandro teve um sonho muito estranho, que julgou ser um “recado dos deuses” para o avisar de que estava na altura de deixar de reinar. Como não tinha um filho varão, mas sim três filhas – Amarílis, Hortênsia e Violeta –, Leandro decide entregar o reino à filha que demonstrasse ter mais amor por ele.
Amarílis e Hortênsia fazem um belo discurso, mas Violeta, a filha mais nova, apenas encontra estas palavras para definir o seu amor pelo pai: “Quero-vos como a comida quer ao sal". Leandro não percebe o significado das palavras da filha e, furioso, acaba por tomar a pior decisão da sua vida... Mais tarde, irá arrepender-se, percebendo que Violeta era a única que merecia a sua generosidade.
Vítima do seu próprio orgulho e castigado pela sua cegueira, o rei caminhará durante anos com o seu bobo fiel por terras desconhecidas, expiando as suas culpas na miséria. Por fim, já velho, cansado e cego, reencontrará Violeta, que lhe mostra com um banquete “especial” o verdadeiro significado das suas palavras anos atrás.
Com um enredo muito semelhante ao "Rei Lear", de William Shakespeare, este belo conto da tradição popular foi adaptado para o teatro português pela escritora Alice Vieira. É essa história que aqui se conta. Uma história onde se fala de amor, de ingratidão e do que acontece a um rei quando a coroa lhe cai da cabeça." (na página da companhia teatral)
Vídeos promocionais do espetáculo no Casino da Póvoa de Varzim:
Imagens que dão uma ideia do trabalho de equipa e da promoção do evento, constantes na página do Facebook: