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2 de maio de 2016
25 de abril de 2016
LEANDRO, REI DA HELÍRIA, de Alice Vieira, representado pela Companhia de Teatro Arte D'Encantar
Leandro, rei da Helíria
Texto de Alice Vieira e encenação de Bruno Cunha
Duração: 85Min
Faixa Etária: M/6
Representações: Lisboa, Porto e Braga
Ficha técnica:
Texto: Alice Vieira
Encenação: Bruno Cunha
Elenco: Carina Paquete, Carlos Paiva, Cátia Marinho, Filipa Giovanni, João Carlo, João Cruz, Miguel Ferraria e Tiago d'Almeida
Luz/Som: Gonçalo Oliveira
Adereços/Cenografia: Bruno Cunha, Carlos Paiva
Figurinos: Bruno Cunha, Patrícia Roque
Mestra: Eduarda Mendes
Produção Executiva: Patrícia Roque
Ver as magníficas fotografias desta encenação de Bruno Cunha pelos Alunos de Fotografia da Turma 2014/2015 da Escola Profissional Magestil:
LEANDRO, REI DA HELÍRIA, de Alice Vieira, representado pelo Palco 13, em Cascais (2010)
O Palco 13 apresenta todos os sábados e domingos [de 2010], às 11h00, no palco do Teatro Mirita Casimiro, no Monte Estoril [Av. Fausto Figueiredo, Cascais], a peça de teatro infanto-juvenil "Leandro, Rei da Helíria", da escritora Alice Vieira.
Encenação de Marco Medeiros
Elenco:
David Ferreira, Diogo Ferreira, Diogo Mesquita,
Gonçalo Carvalho, Henrique Carvalho, Hugo Barreiros,
Inês Cunha, Inês Jindrich e Joana Castro.
Sinopse:
"Quando um velho Rei decide abandonar o trono a favor de uma das filhas (aquela que provar que o ama mais), comete um grave erro.
Ao pensar que Violeta, a filha mais nova, não gosta de si por comparar o seu amor pelo Rei ao amargo do sal, decide expulsá-la do reino. Não sabia ele que para tudo na vida é preciso tempero...
E vai descobri-lo da pior forma, visto que facilmente as outras duas descendentes se enfadam de si e afastam-no do seu próprio reino.
Começa a vaguear por terras distantes, e é no conforto de um reino onde tudo é perfeito que encontra a paz que houvera perdido. Um reino onde os pássaros cantam alegremente e a comida é temperada com sal..." (fonte do texto no Guia da Cidade)
Também é uma reflexão sobre o envelhecimento (do Rei), o poder (de quem reina: o rei, as duas filhas), a fidelidade (o Bobo) e sobre a essência do amor: paternal (o Rei é um pai), filial (as três filhas, as princesas), dos pares amorosos (as três princesas e os respetivos noivos/maridos).
"A história de um rei que pretende eleger uma das suas filhas, aquela que demonstrar maior amor por ele, para ficar com o seu reino. Só que a escolha não vai ser a melhor... sendo que a moral da história é que o amor não tem medidas." (in SapoVídeos)
LEANDRO, REI DA HELÍRIA, de Alice Vieira, representado pela Companhia de Teatro ARCA
LEANDRO, REI DA HELÍRIA
TEATRO
27 de maio, às 22h00
Duração: 2h
por
Companhia de Teatro Arca - Avelena
Considerada a maior produção teatral dos últimos anos da Companhia de Teatro ARCA, "Leandro, Rei da Helíria" é uma aposta na qualidade e no bom gosto: uso de alta tecnologia em cena, complexos adereços e um faustoso guarda-roupa.
São cerca de duas horas de espetáculo em que o público vibra com esta história concebida pela escritora e jornalista Alice Vieira, história simultaneamente dramática e cómica.
Trata-se de um espetáculo para toda a família, onde uns se deixam encantar pela história maravilhosa de príncipes e princesas, com cenas hilariantes e um Bobo tragicómico, e outros se enternecem com o destino de um Rei e Pai, decifrando o enredo simples mas também crítico e simbólico desta peça teatral.
"Companhia de Teatro Arca - Avelena leva a cena uma das maiores produções teatrais dos últimos anos, a peça , um espetáculo onde o publico vibra com uma fantástica história encantada de reis, príncipes e princesas, e delicia-se com o enredo e simbolismo que esta peça transmite.Sinopsis
Era uma vez um rei bondoso, duas filhas más, uma filha boa e um bobo fiel, que viviam num reino muito distante chamado Helíria. Um dia, o rei Leandro teve um sonho muito estranho, que julgou ser um “recado dos deuses” para o avisar de que estava na altura de deixar de reinar. Como não tinha um filho varão, mas sim três filhas – Amarílis, Hortênsia e Violeta –, Leandro decide entregar o reino à filha que demonstrasse ter mais amor por ele.
Amarílis e Hortênsia fazem um belo discurso, mas Violeta, a filha mais nova, apenas encontra estas palavras para definir o seu amor pelo pai: “Quero-vos como a comida quer ao sal". Leandro não percebe o significado das palavras da filha e, furioso, acaba por tomar a pior decisão da sua vida... Mais tarde, irá arrepender-se, percebendo que Violeta era a única que merecia a sua generosidade.
Vítima do seu próprio orgulho e castigado pela sua cegueira, o rei caminhará durante anos com o seu bobo fiel por terras desconhecidas, expiando as suas culpas na miséria. Por fim, já velho, cansado e cego, reencontrará Violeta, que lhe mostra com um banquete “especial” o verdadeiro significado das suas palavras anos atrás.
Com um enredo muito semelhante ao "Rei Lear", de William Shakespeare, este belo conto da tradição popular foi adaptado para o teatro português pela escritora Alice Vieira. É essa história que aqui se conta. Uma história onde se fala de amor, de ingratidão e do que acontece a um rei quando a coroa lhe cai da cabeça." (na página da companhia teatral)
Vídeos promocionais do espetáculo no Casino da Póvoa de Varzim:
Imagens que dão uma ideia do trabalho de equipa e da promoção do evento, constantes na página do Facebook:
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