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13 de novembro de 2014

A AIA, conto de Eça de Queirós

Ler aqui o texto do conto “A Aia”



Algumas ilustrações:


no blogue Entre Escritas, 18.10.2013.

Para o estudo do conto de Eça de Queirós (1845-1900):

AGRELA, Rita Marina – Página Web sobre “A Aia”
Contém resumo, estrutura e símbolos da ação;
as personagens; o espaço; o tempo; e atividades:
Prática de escrita.


Organização do conto [a rever]:

INTRODUÇÃO (dois primeiros parágrafos) : Apresentação  do rei e do seu reino.  Partida  do  rei, deixando todos sozinhos.

1.     - Morte do Rei;

DESENVOLVIMENTO (de «A rainha chorou magnificamente o rei.» até «Que joia maravilhosa […] iria ela escolher?»)

2.     - Reação da Rainha à morte do Rei
3.     - Caracterização do tio bastardo
4.     - Aparecimento da personagem principal
5.     - Descrição comparativa do príncipe e do escravo
6.     - Crença na religião dos seus senhores
7.     - Preocupação da aia com o futuro do príncipe
8.     – A fragilidade do príncipe versus a tranquilidade do escravo
9.     – O medo que reinava no palácio
10. - Pressentimento agoirento da aia sobre o futuro do príncipe
11. - Atitude impulsiva da Aia na troca das crianças
12. - Rapto do “príncipe”
13. - Invasão da câmara pela rainha, gritando
14. - Tomada de consciência pela rainha do ato da Aia
15. - Comunicação da morte do tio e da sua horda, assim como a do “tenro príncipe”
16. - Atitude da rainha face ao feito da Aia
17. - Aclamação da multidão para que a serva fosse recompensada pelo seu ato
18. - O caminhar doloroso da Aia para a câmara dos tesouros
19. - Descrição da magnificência do tesouro real

CONCLUSÃO
20. - Escolha da recompensa pela Aia

21.– A morte da Aia com um punhal

3 de junho de 2012

11º G - Comentário das exposições orais, em grupo


Trabalho de grupo: Apresentação oral sobre um episódio de Os Maias

avaliação


Episódio
Grupos
Comentários
Classif.
0-20


Cap. 8

Carlos em Sintra

10

1.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando PowerPoint com linguagens diversificadas: imagens (pertinentes), textos (adequados).
2.      Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos, sendo expressivos.
3.      O B. introduziu o tema, explicitando qual o enfoque do trabalho (seleção de informação).
4.      Ponto forte: darem a conhecer excertos do cap., complementando-os com imagens, e terem comentado quer os excertos quer as imagens (boa valorização do material utilizado).
5.      Finalizaram, selecionando uma parte/momento de que gostaram mais. O arco de Seteais enquadrando o Palácio da Pena.
6.      Boa gestão de tempo; captação da atenção dos colegas e valorização dos materiais.
18
4

18



Cap. 12

O jantar dos Gouvarinho

6
1.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando PowerPoint com imagens pertinentes e visualmente muito conseguidas.
2.      Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos, sendo expressivos.
3.      O D. expôs uma visão geral do episódio e depois salientou os principais assuntos tratados durante o jantar, sem ler e com uma boa dicção. Muito bom!
4.      O Y. explicou os principais objetivos do jantar e a ementa. Boa valorização das imagens.
5.      Boa gestão de tempo; captação da atenção dos colegas e valorização dos materiais.
6.      Menos bom: dizer que uma das personagens “sofria de diletantismo” como se fosse de facto uma doença; caraterizar as personagens em si (no global do romance) sem referir como se comportaram ou foram importantes no jantar. A referência a Afonso da Maia (excerto) é acessória.
17
14

17




Cap. 15

Jornal “A Tarde”
“A Corneta do Diabo

11

1.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando PowerPoint com linguagens diversificadas: imagens e textos pertinentes e até engraçados.
2.      Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos, sendo expressivos.
3.      O J. introduziu o tema, utilizando o PowerPoint e explicando de memória todos os pormenores do episódio. Muito bom!
4.      O D. explicou a crítica visada com o episódio, procurando estabelecer um paralelo com a atualidade.
5.      Enunciaram e descreveram as principais personagens intervenientes no episódio.
6.      Ponto forte: finalizaram, selecionando um excerto caricato/interessante que sintetiza bem o episódio.
7.      Boa gestão de tempo; captação da atenção dos colegas e valorização dos materiais.
8.      Menos bom: Os tópicos do resumo do episódio são expressos exatamente como na ficha informativa fornecida pelo professor.
17
5

17



Cap. 10

As corridas de cavalos

8

1.      Fizeram uma apresentação oral com recurso ao PowerPoint, sem tirar todo o partido desse instrumento (utilização de imagens, excertos da obra, etc.).
2. Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos.
3. O B. descreveu as várias personagens intervenientes no episódio e o F. resumiu o episódio, lendo dos slides.
4. Ponto forte: descrição do Dâmaso como um personagem relacionado como o início e o fim dos amores de Carlos.
5. Menos bom: Foram demasiado esquemáticos, resumindo personagens e episódios, quando poderiam ser mais explicativos ou seletivos. Iniciaram e terminaram de modo abrupto (sem conclusão) ou abreviado (introdução fraca).
14
3
14


Cap. 16

O sarau no Teatro Trindade

7

6.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando PowerPoint com imagens pertinentes.
7.      Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos, com certa expressividade.
8.      Após uma muita breve introdução ao trabalho por N., a F. expôs os vários assuntos (ver uso das aspas no PowerPoint) tratados no episódio/sarau, com à vontade e expressividade.
9. Boa gestão de tempo; captação da atenção dos colegas. Poderiam ter apresentado o excerto escolhido num slide.
10. Menos bom: Poderiam ter valorizados os acontecimentos culturais do sarau; mostrar como as personagens se comportaram durante o sarau.
16
21

16


Cap. 18

O passeio de Carlos e Ega

1

1.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando PowerPoint (imagens pertinentes, tópicos textuais) e vídeo.
2.      Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos, sendo expressivos.
3.      Ponto forte: Conseguiram encontrar o segmento adequado do episódio final na minissérie brasileira e apresentá-lo à turma (poderiam ter explicado um pouco mais esta escolha).
4. Boa gestão de tempo; captação da atenção dos colegas e valorização dos materiais.
17
9

17

6 de maio de 2012

Os Maias - tema de amor

No Facebook, o realizador, escritor e guionista Vicente Alves do Ó escreveu:
«Os amigos brasileiros adaptam para o pequeno ecrã este folhetim queiroziano.... e é lindo, e trágico e sedutor... e é tudo. ♥»


Eis:

30 de abril de 2012

Webgrafia sobre Eça de Queirós e “Os Maias”


  • Cronologia Biobibliográfica

  •  “Eça de Queirós”, in Propostas de análise de autores portugueses. Português

17 de abril de 2012

Eça de Queirós in "Grandes Livros", RTP2



Eça de Queirós, 1845-1900




Fonte: Programa "Grandes Livros" da RTP2


Neste episódio, seguindo o formato habitual, procede-se à análise de uma das obras-primas do romacista português, com testemunhos ou críticas de reconhecidos especialistas sobre a obra e/ou o autor em análise; contemplando igualmente recriações do autor e da sua obra. 


Nota. A organização deste texto em três partes - 1) O autor, 2) A obra e 3) O programa - é da minha responsabilidade.


1 - O autor
Eça de Queirós



«100 anos antes da passagem para o século XXI, Portugal perdia o seu romancista mais irónico, acutilante na crítica da "portugalidade" e uma das mentes mais activas da Geração de 70. Em Agosto de 1900 morria José Maria Eça de Queirós, autor (postumamente) consagrado d'Os Maias e d'O Crime do Padre Amaro.

Membro de um grupo de jovens reformadores que viam na literatura a autópsia da mente humana, na senda de um tal Realismo francês que surgira como reacção aos emocionados Românticos, compartilhou com Antero de Quental, Ramalho Ortigão e Oliveira Martins, entre outros, a mudança do paradigma literário.

Natural da Póvoa de Varzim, teve no Porto e em Coimbra a sua educação e a sua estreia nas lides literárias. Na Gazeta de Portugal publicaria os seus primeiros trabalhos e ficaria reputado na academia, com amizades entre os oponentes de Feliciano de Castilho e já com o projecto de mudança daquele Portugal em mente. Em Lisboa tomaria lugar nas Conferências do Casino, sempre atento à esfera social e apontando os podres que analisava através do seu monóculo. Mais tarde, sem conseguirem mudar a nação a que pertenciam, os jovens iriam ironicamente intitular-se de Vencidos da Vida.

Mas foi no estrangeiro que Eça passou grande parte da sua vida profissional. Primeiro no Egito, como jornalista, dando conta da construção do Canal do Suez. Havana, Newcastle, Bristol, Paris e Neuilly, onde viria a falecer, sucedem-se na sua carreira de cônsul, enquanto desenvolvia a maioria dos seus romances realistas.

À distância do país natal sentia uma maior acuidade na descrição dos "episódios" da vida portuguesa, da possibilidade de comparar os costumes nacionais com aqueles que, importados, eram adotados pelas classes mais elevadas. E sempre com a mesma prosa fluída, cheia de humor ácido que, no fundo, faz das suas obras verdadeiras sátiras do ser-se português.

Por alguma razão se fala tanto de um tal João da Ega, personagem d'Os Maias que é considerado um alter-ego de quem o criou.»
Fonte: Programa "Grandes Livros" da RTP2

2 - A obra
Os Maias

«A história de uma família portuguesa, em finais do século XIX, tornou-se uma das obras mais consagradas a nível mundial. Do punho de Eça de Queirós, numa escrita realista que apontava todos os "podres" dos protagonistas, seguimos os Maias. Nas figuras do patriarca Afonso, do traído Pedro e do diletante Carlos apresentam-se três gerações de uma família de elevado estatuto nas lides lisboetas.

O palácio do Ramalhete, o Teatro da Trindade e Sintra são alguns dos palcos da acção. Nestes lugares desfilam personagens-tipo de um tempo "queirosiano": mulheres fatais, políticos corruptos, jovens utópicos que assumem um papel de mudança no futuro do país, para, no fim, nada terem feito.

O incesto também é um tema-chave do livro. O promissor Carlos, médico, de brilhante início de carreira, respeitado pelos seus pares, envolve-se com uma misteriosa dama casada. Depois de algumas peripécias (saber que Maria Eduarda afinal não era pertença de outro homem) e de, finalmente, poder viver livremente aquele amor tão "puro", Carlos da Maia vê o seu mundo ruir: ela era a sua irmã, levada de Portugal pela mãe, aquela Maria Monforte das histórias do avô, aquela que conduziu Pedro ao suicídio.

Eça de Queirós levou oito anos a compor esta saga familiar que, para lá das desventuras amorosas do membro mais novo (Carlos) e das tropelias do seu melhor amigo (João da Ega), também revela um Portugal de Fim-de-Século muito contemporâneo. Toda uma sociedade foi alvo do olhar atento, irónico e muito mordaz de Eça. Política, cultura, costumes e rotinas, nada escapou neste grande clássico da literatura.»
Fonte: Programa "Grandes Livros" da RTP2

3 - O Programa

Este programa está disponível, em 5 partes (1/5, 2/5; 3/5, 4/5, 5/5), no Youtube. 
Reconstituo aqui o documentário da RTP2. Em nome da aprendizagem e da cultura, espero que não levante problemas de direitos de autor. Boa viagem!

1/5


2/5


3/5




4/5




5/5

7 de abril de 2012

Os Maias (2011) - minisérie da rede Globo


Os Maias (2001)

"Os Maias" foi uma minissérie exibida pela Rede Globo, Brasil, em 2001. 

Constitui uma adaptação do romance homónimo de Eça de Queirós, integrando ainda aspetos de outro romance queirosiano - "A Relíquia".

Esta minisérie foi escrita por Maria Adelaide Amaral e João Emanuel Carneiro  e dirigida por Luiz Fernando Carvalho.




APRESENTAÇÃO

1/4

2/4

3/4


4/4
Os Maias (2001) - Serie Completa - Parte 4 de 4
http://youtu.be/hkaZdX7c_Oo