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4 de maio de 2016

Visita o site LER + TEATRO e conhece o espantoso mundo do espetáculo teatral


O sítio Ler + Teatro é composto por cinco grandes áreas: 

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1. O Teatro Profissional engloba peças de teatro infanto-juvenil protagonizadas por atores profissionais.

2. O Teatro Escolar apresenta e divulga atividades de teatro realizadas por jovens estudantes.
3. Nos Bastidores (o camarim) é abordado um conjunto de temáticas e outras artes que concorrem para a actividade dramática, nomeadamente:
  • uma Breve História do Teatro;
  • um Glossário de Termos Teatrais;
  • uma temática de Boas Práticas, através da qual se aprendem e aprofundam conceitos básicos relacionados com a interpretação e a representação, com exemplos em vídeo;
  • uma área destinada à realização de experiências radiofónicas (bandas sonoras), muitas vezes utilizadas na prática teatral;
  • uma área de Caracterização, através da qual é possível aprender as técnicas de maquilhagem, uma acção fundamental no processo de caracterização das personagens;
  • os Figurinos, onde se divulga uma colecção de figurinos de época, pertencente à DGIDC que os disponibiliza, de forma continuada, para as diferentes atividades dramáticas que se realizam nas escolas; 
  • um velho baú onde se poderão encontrar textos para dramatizar, com diferentes tempos de duração, que poderão ser livremente utilizados;
  • o Clube de Teatro, onde são divulgados diversos blogues, concebidos e desenvolvidos por grupos de teatro escolar.
4. Os Testemunhos remetem para um conjunto de depoimentos de individualidades associadas ao teatro.

5. No Bar, La Fúria da Net, a ensaiadora do Teatro Virtual, convida os utilizadores a visitarem o Facebook para dialogar com os amigos sobre os diferentes conteúdos apresentados no sítio Ler + Teatro.



Desenvolvido por: 


Dramatizações: Boas Práticas



Ana Catarina Afonso

Carlos Macedo
Maria Leite
Peter Michael

Caracterização:

Maquilhadora: Colombina Mendes
Modelos: Maria Leite e Natacha Marques

Figurinos:

Zeladora de guarda-roupa (Colecção DGIDC) - Madalena Corvo



25 de abril de 2016

LEANDRO, REI DA HELÍRIA, de Alice Vieira, representado pela Companhia de Teatro Arte D'Encantar

Leandro, rei da Helíria

Texto de Alice Vieira e encenação de Bruno Cunha

Duração: 85Min

Faixa Etária: M/6
Representações: Lisboa, Porto e Braga



Ficha técnica:

Texto: Alice Vieira
Encenação: Bruno Cunha
Elenco: Carina Paquete, Carlos Paiva, Cátia Marinho, Filipa Giovanni, João Carlo, João Cruz, Miguel Ferraria e Tiago d'Almeida

Luz/Som: Gonçalo Oliveira
Adereços/Cenografia: Bruno Cunha, Carlos Paiva
Figurinos: Bruno Cunha, Patrícia Roque
Mestra: Eduarda Mendes
Produção Executiva: Patrícia Roque



Ver as magníficas fotografias desta encenação de Bruno Cunha pelos Alunos de Fotografia da Turma 2014/2015 da Escola Profissional Magestil:



LEANDRO, REI DA HELÍRIA, de Alice Vieira, representado pelo Palco 13, em Cascais (2010)

Ver vídeo aqui 
(ou clica sobre a imagem)

O Palco 13  apresenta todos os sábados e domingos [de 2010], às 11h00, no palco do Teatro Mirita Casimiro, no Monte Estoril [Av. Fausto Figueiredo, Cascais], a peça de teatro infanto-juvenil "Leandro, Rei da Helíria", da escritora Alice Vieira.

Encenação de Marco Medeiros
Elenco:
David Ferreira, Diogo Ferreira, Diogo Mesquita, 
Gonçalo Carvalho, Henrique Carvalho, Hugo Barreiros,
Inês Cunha, Inês Jindrich e Joana Castro.

Sinopse:

"Quando um velho Rei decide abandonar o trono a favor de uma das filhas (aquela que provar que o ama mais), comete um grave erro.
Ao pensar que Violeta, a filha mais nova, não gosta de si por comparar o seu amor pelo Rei ao amargo do sal, decide expulsá-la do reino. Não sabia ele que para tudo na vida é preciso tempero...
E vai descobri-lo da pior forma, visto que facilmente as outras duas descendentes se enfadam de si e afastam-no do seu próprio reino.

Começa a vaguear por terras distantes, e é no conforto de um reino onde tudo é perfeito que encontra a paz que houvera perdido. Um reino onde os pássaros cantam alegremente e a comida é temperada com sal..." (fonte do texto no Guia da Cidade)

Também é uma reflexão sobre o envelhecimento (do Rei), o poder (de quem reina: o rei, as duas filhas), a fidelidade (o Bobo) e sobre a essência do amor: paternal (o Rei é um pai), filial (as três filhas, as princesas), dos pares amorosos (as três princesas e os respetivos noivos/maridos).



"A história de um rei que pretende eleger uma das suas filhas, aquela que demonstrar maior amor por ele, para ficar com o seu reino. Só que a escolha não vai ser a melhor... sendo que a moral da história é que o amor não tem medidas." (in SapoVídeos)

LEANDRO, REI DA HELÍRIA, de Alice Vieira, representado pela Companhia de Teatro ARCA

Cartaz (pormenor), 2016, pela Companhia de Teatro ARCA

LEANDRO, REI DA HELÍRIA


TEATRO

27 de maio, às 22h00

Duração: 2h


por
Companhia de Teatro Arca - Avelena

Considerada a maior produção teatral dos últimos anos da Companhia de Teatro ARCA, "Leandro, Rei da Helíria" é uma aposta na qualidade e no bom gosto: uso de alta tecnologia em cena, complexos adereços e um faustoso guarda-roupa.


São cerca de duas horas de espetáculo em que o público vibra com esta história concebida pela escritora e jornalista Alice Vieira, história simultaneamente dramática e cómica.

Trata-se de um espetáculo para toda a família, onde uns se deixam encantar pela história maravilhosa de príncipes e princesas, com cenas hilariantes e um Bobo tragicómico, e outros se enternecem com o destino de um Rei e Pai, decifrando o enredo simples mas também crítico e simbólico desta peça teatral.


"Companhia de Teatro Arca - Avelena leva a cena uma das maiores produções teatrais dos últimos anos, a peça , um espetáculo onde o publico vibra com uma fantástica história encantada de reis, príncipes e princesas, e delicia-se com o enredo e simbolismo que esta peça transmite.

Sinopsis


Era uma vez um rei bondoso, duas filhas más, uma filha boa e um bobo fiel, que viviam num reino muito distante chamado Helíria. Um dia, o rei Leandro teve um sonho muito estranho, que julgou ser um “recado dos deuses” para o avisar de que estava na altura de deixar de reinar. Como não tinha um filho varão, mas sim três filhas – Amarílis, Hortênsia e Violeta –, Leandro decide entregar o reino à filha que demonstrasse ter mais amor por ele.

Amarílis e Hortênsia fazem um belo discurso, mas Violeta, a filha mais nova, apenas encontra estas palavras para definir o seu amor pelo pai: “Quero-vos como a comida quer ao sal". Leandro não percebe o significado das palavras da filha e, furioso, acaba por tomar a pior decisão da sua vida... Mais tarde, irá arrepender-se, percebendo que Violeta era a única que merecia a sua generosidade.

Vítima do seu próprio orgulho e castigado pela sua cegueira, o rei caminhará durante anos com o seu bobo fiel por terras desconhecidas, expiando as suas culpas na miséria. Por fim, já velho, cansado e cego, reencontrará Violeta, que lhe mostra com um banquete “especial” o verdadeiro significado das suas palavras anos atrás.

Com um enredo muito semelhante ao "Rei Lear", de William Shakespeare, este belo conto da tradição popular foi adaptado para o teatro português pela escritora Alice Vieira. É essa história que aqui se conta. Uma história onde se fala de amor, de ingratidão e do que acontece a um rei quando a coroa lhe cai da cabeça." (na página da companhia teatral)




Vídeos promocionais do espetáculo no Casino da Póvoa de Varzim:







Imagens que dão uma ideia do trabalho de equipa e da promoção do evento, constantes na página do Facebook:




8 de junho de 2015

"A Paixão de Shakespeare" - ou como este se inspirou para escrever "Romeu e Julieta"

O jovem Shakespeare, sem ideias e com pouco dinheiro, conhece a sua mulher ideal e nela se inspira para escrever uma das suas mais famosas peças de teatro: "Romeu e Julieta".

1998 • cor • 123 min.
Direção: John Madden

Roteiro: Marc Norman & Tom Stoppard

Idioma: inglês

Trailer do filme.


Para saber mais, ver na Wikipédia: «Shakespeare in Love»

15 de dezembro de 2014

"Auto da Barca do Inferno" de Gil Vicente - recursos

 Ilustração do Auto... para o livro de literatura do Sistema Educar

«Anjos e diabos fazem parte da cultura popular, seja ela portuguesa ou de outra geografia qualquer. Depois deste Auto da Barca do Inferno, também uma Alcoviteira, um Judeu, um Magistrado, um Fidalgo e um inesquecível Parvo passaram a estar presentes nas bocas de todos. 
Numa época em que a arte literária se começava a apurar (século XV e o arranque da aventura dos Descobrimentos serviam de inspiração), Gil Vicente era uma voz única e sonora quanto baste na corte portuguesa. As suas peças de teatro são um quadro apurado de um outro Portugal, em que as personagens-tipo conseguiam concentrar em si todos os defeitos e todas as (poucas, segundo Gil Vicente) qualidades das várias classes sociais. 
Neste Auto atingiu o zénite e a história é tão simples, quanto os diálogos são influentes... e contundentes. 
Na travessia de barca que sucede o último fôlego, um Anjo e um Diabo preparam o julgamento e é nestas argumentações, por vezes ridículas, por vezes sérias demais, que descobrimos os destinos dos personagens. 
No fim, porque a moral é implacável e os pecados têm que ser redimidos, o destino de quase todos é o mesmo: as portas do Inferno abrem-se para a maioria. 
Cinco séculos depois da sua primeira apresentação pública, o Auto da Barca do Inferno continua a cumprir o seu objectivo de moralizar, de ensinar e de, porque afinal de contas Portugal continua o mesmo, satirizar a realidade.»




Na Wikipédia, em língua portuguesa: