19 de janeiro de 2012

Registos/Níveis de língua


Registos/Níveis de língua

Os níveis de língua são variedades de realizações da língua. A utilização que o emissor faz do código varia consoante:
·        as suas intenções
·        o seu nível sociocultural
·        a situação de comunicação
·        os receptores a quem se dirige
daí que existam vários níveis de língua.


LÍNGUA LITERÁRIA

LÍNGUA CUIDADA

LÍNGUA PADRÃO

LÍNGUA FAMILIAR

LÍNGUA POPULAR




1.      Língua literária

Fala-se também em língua literária, mas esta não é considerada um nível de língua. Resulta de uma preocupação artística e não se orienta para a comunicação prática. Recorre muitas vezes aos diversos níveis de língua, embora seja frequente fixar-se na língua cuidada.

O emissor utiliza um vocabulário muito rico e sugestivo; procura elaborar imagens e efeitos rítmicos e sonoros; constrói frases muito elaboradas.
Uso:

Código oral

sermões; discursos
Código escrito
obras literárias
Exemplos: (...)


2.     Língua cuidada

É aquela em que o emissor procura uma expressão bem elaborada. Caracteriza-se pela procura da perfeição estrutural e pela precisão vocabular. Preocupa‑se com o valor estético:

O emissor utiliza vocabulário escolhido: menos vulgar, mais rico; preocupa-se com a construção das frases (construção frásica elaborada).
Uso:

Código oral

escrita de carácter literário, discursos; comunicações, conferências, etc.
Código escrito
Cartas técnicas e comerciais e documentos oficiais;
crónicas jornalísticas

Exemplos:
"Respeitemos a memória dos nossos avós: memoremos piedosamente os actos deles: mas não os incitemos. Não sejamos, à luz do século XIX, espectros a que dá uma vida emprestada o espírito do século XVI. A esse espírito mortal oponhamos francamente o espírito moderno. "         (Antero de Quental, Causas da Decadência dos Povos Peninsulares)

Pareceu que cumpria, enquanto os povos lutam nas revoluções, e antes que nós mesmos tomemos nelas o nosso lugar, estudar serenamente a significação dessas ideias e a legitimidade desses interesses.
(Programa das Conferências do Casino, Lisboa, 16 de Maio de 1871)


3.     Língua corrente (média ou normal)

É aquela que se orienta para a maioria dos membros de uma comunidade linguística, independentemente do seu nível sociocultural. Usa termos e estruturas correntes de acordo com a norma. Por isso se considera a língua padrão.

Corresponde à norma (acessível à maioria das pessoas). O emissor utiliza uma linguagem simples mas correcta, constituída por palavras, expressões e construções mais usuais.
Vocabulário usual, ao alcance de todos.
Uso:

Código oral

rádio; televisão; conversação
Código escrito
comunicações escritas comuns; imprensa

Exemplos:

"Todos têm direito ao ensino com garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar.
(Constituição da República, art. 74)

Grande prosador e poeta, personalidade marcante do neo-realismo, que resistiu à tendência panfletária» pela sobriedade e encanto da sua narrativa e poesia - assim pode sintetizar-se a opinião de figuras prestigiadas das nossas letras sobre Manuel da Fonseca, ontem falecido.      
(Ana Marques Gastão, in Diário de Notícias, 12/03/93)


4.     Língua familiar

Caracteriza‑se por ser usada nas relações do quotidiano, entre familiares ou amigos. O vocabulário é pouco rigoroso e pode conter significados só compreendidos pelo próprios intervenientes.

O emissor utiliza um vocabulário usual (muito simples e pouco variado); constrói frases muito simplificadas.
Uso:

Código oral

conversação informal
Código escrito
Cartas particulares; na linguagem literária, se procura reproduzir a língua falada

Exemplos:

1
Olá, Pedro!
Penso muito em vocês: na São, no Manecas e na tua mamã. Envia novas daí.
Quando começar a trabalheira das aulas eu te contarei outras coisas.
Tua amiga,

2
_ Deus te abençoe.
_ Pai, olhe que o Sultão...
Bem sei! (...) 0 Sultão é um maroto e tu és outro.
(Trindade Coelho, «Sultão», in Os Meus Amores)



5.     Língua popular

As suas características resultam de uma certa despreocupação com construções sintácticas e correcção do vocabulário. É marcadamente oral e espontânea. Como desvio da norma, adquire muitas vezes características próprias, permitindo diferentes formas de realização.

O emissor utiliza um vocabulário pitoresco; constrói frases por vezes incorrectas.
Uso:

Código oral

conversação
Código escrito
textos literários que pretendem reproduzir esta língua

 

 

5.1. Regionalismos

Vocábulos/expressões ou falares característicos de certas regiões do País.
Uso:

Código oral



Exemplos:


"Mãis o prove do Valantim, era bum. Ah!... bum antão! Aquilo nã tinha ruindade pra ninguém... Era só aquele seu levante, aquela pancada alta... E, se fazia o mal, era só lá pra ele. Pois Vossioria nã que ver que negou sempre, a pés juntos, que me tinha visto ali, no meio da sarrafusca?! "
(Vitorino Nemésio, Quatro Prisões Debaixo de Armas)



5.2. Gírias

Expressões ou falares característicos de certos grupos profissionais e sociais.
Vocábulos ou expressões próprios de determinados grupos (estudantes, futebolistas, lavradores, etc.).

Exemplos:

_ Ó pá, os profes deram‑te feriado?
_ Não... Tive de fazer cábulas para o teste. Tenho de acabar com a nega...
(Diálogo de estudantes)

‑ Aí vai um saco, ó tu! É pràs «rabeiras». Que não fique nem um grão, ouviram? E aviar, toca a aviar! Cautela que não fique por aí alguma coisa esquecida: essas pás, esses «baleios», tudo isso! Margarida! ó Margarida, qué da tua rasa?
(Trindade Coelho, «Sultão», in Os Meus Amores)




5.3. Calão

Expressões ou formas marginais, que resultam de situações particulares. Vocabulário grosseiro.

Exemplos:

‑ Os gajos estão tramados... Aquele cabrão vai-os lixar..
‑ 0 culpado foi aquele chulo que não trouxe a chave a tempo...
(Diálogo de operários)




6.     Língua técnica e científica

É a que compreende termos técnicos e/ou científicos. Possuí uma terminologia própria de acordo com os referentes:

"Na busca de inteligência artificial, os chips de silício, que movem os computadores de hoje, vão dar aos biochips ‑ chips feitos de material biológico para imitar as reacções químicas e eléctricas do cérebro. "
(Sérgio Vieira, in Semanário, 1990-02-03)





Atividade [1] - 1


Transforme as frases seguintes de acordo com o indicado:


1.      'tá porreiro isto! (uma festa)
familiar ______________________________________________________
corrente _____________________________________________________
cuidado ______________________________________________________

2.      «Os mais velhos costumam transformar a infância em bigorna» (José Gomes Ferreira)
Cuidado _____________________________________________________
Corrente _____________________________________________________
Familiar _____________________________________________________
Popular ______________________________________________________

3.      «Nisto, dou com um tipo a olhar-me de esguelha. Cá está um larápio, pensei eu» (Manuel da Fonseca)
Corrente _____________________________________________________
Cuidado _____________________________________________________
Popular ______________________________________________________

4.      O que xe xegue, patrão: voxemexê quer ir ganhar a vidinha prà França, xem.papéis, é o que é. E escolheu logo este xítio pra pular! Nem com ajas voxemexê paxava, entende? Nem com ajas! Já avaliou bem a aurtitude daquela xerra? (Altino do Tojal)

Familiar _____________________________________________________
Corrente _____________________________________________________



[1] In TDP 1, 3ª ed., Lisboa, Didáctica Ed., 1991, pp. 114-117.



14 de janeiro de 2012

Mar


Mar

Mar!                                                
E é um aberto poema que ressoa
No búzio do areal...
Ah, quem pudesse ouvi-lo sem mais versos!
Assim puro,
Assim azul,
Assim salgado...
Milagre horizontal
Universal,
Numa palavra só realizado.

Miguel Torga, in Diário XI

Mar

Mar!
Tinhas um nome que ninguém temia:
Era um campo macio de lavrar
Ou qualquer sugestão que apetecia...

Mar!
Tinhas um choro de quem sofre tanto
Que não pode calar-se, nem gritar,
Nem aumentar nem sufocar o pranto...

Mar!
Fomos então a ti cheios de amor!
E o fingido lameiro, a soluçar,
Afogava o arado e o lavrador!

Mar!
Enganosa sereia rouca e triste!
Foste tu quem nos veio namorar,
E foste tu depois que nos traíste!

Mar!
E quando terá fim o sofrimento!
E quando deixará de nos tentar
O teu encantamento!


Miguel Torga, in Poemas Ibéricos (1965)

Fonte: http://alentejanando.weblog.com.pt/

11 de janeiro de 2012

Todas as cartas de amor são ridículas - Maria Bethânia diz um poema de Fernando Pessoa que "escrevia, sem dar por isso, cartas de amor ridículas"

"Carta de Amor", por Maria Bethânia 

Vídeo oficial da faixa "Mensagem", do DVD "Carta de Amor" (no Youtube). 


“O show vem do disco, é a base de onde eu parti, da mudança sonora que fiz ali, com vários músicos. O título do show não se refere apenas à faixa do disco ´Carta de Amor´, mas a todo tipo de amor que canto no show: o amor maduro, o amor inconstante, o amor traído, o amor eterno, o passageiro, o triste, o alegre...”  - Maria Bethânia

Letra:

Quando o carteiro chegou 
E o meu nome gritou 
Com uma carta na mão 
Ante surpresa tão rude 
Nem sei como pude 
chegar ao portão

Lendo o envelope bonito 
O seu sobrescrito 
eu reconheci 
A mesma caligrafia 
que me disse um dia 
"Estou farto de ti"

Porém não tive coragem de abrir a mensagem
Porque, na incerteza, eu meditava
Dizia: "será de alegria ou será de tristeza?"
Quanta verdade tristonha
Ou mentira risonha uma carta nos traz
E assim pensando, rasguei sua carta e queimei
Para não sofrer mais


Todas as cartas de amor são ridículas
Não seriam cartas de amor, se não fossem ridículas
Também escrevi, no meu tempo, cartas de amor como as outras, ridículas
As cartas de amor, se há amor, têm que ser ridículas
Quem me dera o tempo em que eu escrevia, sem dar por isso, cartas de amor ridículas
Mas afinal, só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor é que são ridículas



Porém não tive coragem de abrir a mensagem
Porque, na incerteza, eu meditava
Dizia: "será de alegria ou será de tristeza?"
Quanta verdade tristonha
Ou mentira risonha uma carta nos traz
E assim pensando, rasguei sua carta e queimei
Para não sofrer mais


Quanto a mim o amor passou
Eu só lhe peço que não faça como gente vulgar
E não me volte a cara quando passo por si
Nem tenha de mim uma recordação em que entre o rancor
Fiquemos um perante o outro
Como dois conhecidos desde a infância
Que se amaram um pouco quando meninos
Embora na vida adulta sigam outras afeições
Conserva-nos, escaninho da alma, a memória de seu amor antigo e inútil







"Todas as cartas de amor são / ridículas"

Poema de Fernando Pessoa
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas).

Álvaro de Campos / Fernando Pessoa, 21.10.1935.

In: Acção, Lisboa, n.º 41 (6.03.1937); reprod. em Poesias de Álvaro de Campos / Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1944 (imp. 1993).
Fonte do texto: Arquivo Pessoa.


1 de janeiro de 2012

Sumários e TPCs, 11º G


11º G


Aula 25 (3.01.12)

- Leitura expressiva de poemas de Almeida Garrett e Miguel Torga.
- Seleção de dois alunos para dizerem poemas no Dia do Patrono.


Aula 26 (10.01.12)

- Resolução da questão 2 do questionário de interpretação da parte II do sermão (p. 56)
- Preenchimento de um quadro sistematizador da parte III (questão 1, p. 62)


Aula 27 (13.01.12)

- Continuação da leitura interpretativa do sermão: exercício vocabular e preenchimento de um quadro sistematizador (parte III).


Aula 28 (17.01.12)

 - Atividades do dia do patrono: 1. Leitura expressiva de poemas de Miguel Torga; 2. Tribol (desporto).

Aula 29 (20.01.12)

- Leitura oral e crítica da parte IV (excertos) do sermão.
- Resposta a questões selecionadas do questionário da p. 12.
- Preenchimento de um texto lacunar de interpretação final desta parte do sermão.

Questionário (p. 69)



Aula 30 (24.01.12)

 - Estudo da parte V do sermão, a partir de uma ficha de leitura.

Guião de leitura, cap. V [ficha nossa]


Aula 31 (27.01.12)

- Visualização do filme “Quem és tu?” (excertos), filme adaptado de “Frei Luís de Sousa” de Almeida Garrett.


Aula 32 (31 jan.)

- Preenchimento de breves questionários sobre o sermão em estudo.


Aula 33 (3 fev.)

 - Expressão escrita: elaboração, em trabalho de pares, de um texto argumentativo sobre o tema “fast-food”/alimentação saudável (ver “conectores” na ficha 13, pág. 140, do manual).

TPC
- Terminar o texto e fazer revisão do mesmo até ter uma expressão satisfatória.


Oficina de escrita:

Considera comportamentos alimentares criticáveis dos nossos dias, nomeadamente o recurso à “fast food” versus alimentação saudável.
Seguindo o exemplo de Vieira, selecciona alimentos que possam representar os defeitos/as virtudes dos hábitos alimentares de alguém ou grupo na nossa sociedade (jovens, idosos, estudantes, população em geral, etc.) e elabora um texto argumentativo bem estruturado.

Nota: Tenha em conta que as analogias, os contrastes (antíteses), os exemplos e as interrogações são processos utilizados na argumentação quando estamos a defender o nosso ponto de vista.
(Atividade baseada na do manual, pág. 78)

Aula 34 (7 fev.)

- Revisão do texto escrito, em trabalho de pares, em termos de coerência (resumo em “topic outline”/”sentence outline”) e de coesão (uso de conectores).


Aula 35 (10 fev.)

- Visualização do filme "As Horas", baseado na vida e obra da escritora Virginia Woolf.
PLNM: 
- Revisão de alguns aspetos gramaticais inventariados a partir da expressão escrita do teste de diagnóstico, destacando-se a dificuldade do uso da preposição que rege determinados verbos.
- Proposta de resolução da ficha 49 (da Gramática Ativa) de treino de "verbo + preposição".


Aula 36 (14 fev.)

- Introdução ao estudo do drama romântico de Almeida Garret: em trabalho coletivo, preenchimento de um texto lacunar sobre o escritor a partir da leitura do texto manual, pp. 92-94;

Alguns enigmas
que podem ser resolvidos com a leitura do texto sobre
a vida e a obra de Almeida Garrett:
  • Porque se considera Garrett um "poeta-soldado"?
  • O escritor era "dandy?
  • Que atividades literárias e cívicas desenvolveu Garrett na sua juvenília?
  • Quais os modos literários cultivados pelo escritor na sua maturidade?
Aula 37 (17 fev.)
- Visita de estudo.

Aula 38 (24 fev.)
- Teste de avaliação sumativo [Sequência 2].

Aula 39 (28 fev.)
- Algum vocabulário do modo dramático: falas das personagens, didascálias do autor, estrutura externa: peça, ato, cena.
- Leitura dramatizada pelos alunos do Ato I (algumas cenas).

Aula 40 (2 mar.)
-  Continuação da leitura do Ato I do drama em estudo.

Aula 41 (26mar.)
Início da leitura comentada do Ato II do drama Frei Luís de Sousa de Almeida Garret.
Aula 42 (9 mar.)
- Entrega e correção do teste sumativo.
Aula 43 (13 mar.)
- Conclusão da leitura comentada do Ato II do drama Frei Luís de Sousa de Almeida Garret.
Aula 44 (16 mar.)
- Visualização da adaptação cinematográfica do drama Frei Luís de Sousa, realizada por João Botelho [Quem és tu?].

Aula 45 (23 mar.)
- Autoavaliação.

Sumários, TPC e algumas Atividades


7º ano, 2011-2012



1º Período _____________________________

Aulas 1-2 (21 set.)

- Apresentação.
- Preenchimento de uma ficha de autoapresentação (“Hoje vou falar um pouco de mim”).


Aulas 3-4 (21 set.)

- Teste de avaliação de diagnóstico.


Aulas 5-6 (28 set.)

- Jogo de treino de algumas regras do novo acordo ortográfico.


Aulas 7-8 (29 set. )

- Recuperação da planta da sala de aula original.
- Organização dos grupos de trabalho.
- Conceção de um blogue da turma em Língua Portuguesa.


Aulas 9-10 (30 set.)

- Planeamento do portefólio da turma.
- Continuação do treino de algumas regras do AO.


Aulas 11-12 (6 out.)

- Visualização e comentário do blogue da turma “7up”.
- Jogo de treino de algumas regras do novo acordo ortográfico (teoria e prática).


Aulas 13-14 (7 out.)

- Registo no caderno diário das regras, atitudes e comportamento na sala de aula.


Aulas 15-16 (12 out.)

- Entrega e correção do teste diagnóstico.


Aulas 17-18 (13 out.)

- A noção de “notícia” e os elementos da sua estrutura (manual, pág. 46)
- Leitura e interpretação de notícias, identificando a sua estrutura (págs. 44-45)

TPC

- Resolver as questões 1, 1.1. do questionário, pág. 47.


Aulas 19-20 (14 out.)

- Conclusão da atividade anterior: resolução do questionário sobre uma notícia.

Aulas 21-22 (19 out., )

- Teste de avaliação: leitura, conhecimento explícito da língua e expressão escrita.
  [Teste realizado por todas as turmas do 7º ano, para avaliação interna]


Aulas 23-24 (20 out.)

- Leitura e análise de uma reportagem.
- Diferença entre notícia e reportagem.


Aulas 25-26 (21 out.)

- ***


Aulas 27-28 (26 out.)

- Interpretação do texto jornalístico “Jovem eletrocutado está em estado grave” (pág. 47), registando as respostas no caderno.
- Construção de uma notícia em trabalho de pares (ficha do professor)
   [equivalente à do Caderno de Atividades, págs. 43-44. Nota: Ainda há alunos sem manual]

TPC

- Reescrever a notícia numa folha à parte e entregar ao professor.


Aulas 29-30 (27 out.)

- Redação de duas notícias, em trabalho de pares, a partir de imagens fornecidas (ficha do prof.). Revisão de texto.


Aulas 31-32 (28 out.)

- Os géneros jornalísticos: leitura dos textos produzidos pelos alunos e melhoramento de uma dessas notícias.


Aulas 33-34 (2 nov.)

- Sessão de esclarecimento sobre “A sexualidade e a adolescência, pela enfermeira Lurdes Vieira. [ver notícia no blogue, escrita pela Catarina]


[3 nov. - Dia chuvoso. Inundações na escola com encerramento da mesma?!]



Aulas 35-36 (4 nov.)

- Entrega do teste de avaliação e correção no quaro de algumas questões.
- Leitura oral de alguns textos sobres viagens [Expressão Escrita do teste] produzidos pelos alunos.


Aulas 37-38 (9 nov.)

- O enriquecimento do léxico: a formação de palavras por derivação e composição. Exercícios práticos.

Aulas 39-40 (10 nov.)

-

Aulas 41-42 (11 nov.)

- Treino da expressão escrita: planeamento, escrita e revisão de texto.
   [Texto de opinião sobre os jovens e a Internet/A publicidade]

Aulas 43-44 (16 nov.)

-


[17 nov. – Greve geral no país; a escola esteve encerrada.]



Aulas 45-46 (18 nov.)

-

Aulas 47-48 (23 nov.)

-

Aulas 49-50 (24 nov.)

-

Aulas 51-52 (25 nov.)

-

Aulas 53-54 (30 nov.)

- … carta informal

Aulas 55-56 (2 dez.)

-

Aulas 57-58 (7 dez.)

- Leitura expressiva de lengalengas.
- Informações úteis sobre a manutenção do blogue da turma.

[8 dez. – Feriado: Imaculada Conceição]



Aulas 59-60 (9 dez.)

-



Aulas 61-62 (14 dez.)

-


Aulas 63-64 (15 dez.)

-

Aulas 65-66 (16 dez.)

- Autoavaliação.
- Visualização de um filme escolhido pelos alunos.


2º Período _____________________________


Aulas 67-68 (4 jan.)

Leitura oral expressiva, em trabalho de pares, de histórias tradicionais (cap. 3 do livro).


Aulas 69-70 (5 jan.)

Leitura do texto “As adivinhas em anexins” (págs. 75-76) e resolução do questionário sobre o mesmo.


Aulas 71-72 (11 jan.)

- Compreensão oral de um texto sobre narração de histórias através da resposta a itens V/F.
- Associação do nome de textos tradicionais (fábula, lenda…) à sua definição. (ficha do prof.)


Aulas 73-74 (12 jan.)

- Leitura oral do conto “A Cinderela dos tempos Modernos”.
- Cópia para o caderno do texto referido.
- Reescrita, em trabalho de pares, da versão “moderna” da Cinderela.


Aulas 75-76 (13 jan.)

Continuação da atividade anterior: reescrita, em trabalho de pares, da versão “moderna” da Cinderela (ficha do prof.).

Nota: Ambos os alunos registam por escrito a nova história, mas um deverá fazê-lo em folha solta, com os nomes e os números dos alunos, para entregar ao professor.

TPC

- Rever o questionário da p. 76 (sobre o texto “As adivinhas em anexins”)
- Os alunos que ainda não têm manual, registam no caderno três adivinhas.


Aulas 77-78 (18 jan.)

- Leitura oral de algumas adivinhas do TPC e de alguns textos (“Cinderela”) trabalhados pelos alunos como exemplo da tarefa cumprida.
[- Atualização dos sumários.]

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Marcação da data dos testes de avaliação:
- 10 de fevereiro (6ª feira)
- 9 de março (6ª feira)

TPC

- Reescrita do conto em linguagem mais cuidada, para os alunos que ainda não o fizeram.


Aulas 79-80 (19 jan.)

- Leitura de reflexão sobre os níveis de língua - padrão, cuidado, familiar e popular (pág. 166) e realização de exercícios de aplicação.

Ver ligação: Registos de língua (Clicar!)

TPC

- Resolver os exercícios 1- 4 no Caderno de Atividades, p. 5 (Situação de comunicação - Registos de língua).
- Quem ainda não tem manual: utilizando algum vocabulário de nível popular que consta na ficha fornecida pelo professor sobre a história da Cinderela, reconta uma história tradicional (breve) de que te lembres. Exemplos: história de "A cigarra e a formiga"; "A Carochinha"; "Os três porquinhos", etc.


Aulas 81-82 (20 jan.)

- Justificação das respostas dadas no exercício da pág. 166.
- Confronto das respostas dadas na ficha do Caderno de Atividades, págs. 5-6 (Níveis de língua).

TPC