4 de junho de 2012

11º D - Comentário das exposições orais, em grupo

Trabalho de grupo: Apresentação oral sobre um episódio de Os Maias
avaliação

Episódio
Nº
Grupos
Comentários
Classif.
0-20



Cap. 15

O jornal «A Tarde»

e

«A Corneta do Diabo»
4
 
1.      A introdução foi repartida entre todos os colegas e realizada com expressividade e recurso a imagens apresentadas em PowerPoint, tendo sido fornecidas as coordenadas espaciais do episódio.
2.       Optaram por dramatizar o episódio: boa caraterização de atores (por ex. Carlos está identificado por um lenço com a letra C bordada; Dâmaso tem uma barriga volumosa); diálogos bem conseguidos.
3.      Ponto forte: não se “limitaram” à dramatização, tendo explicado o que tinham feito antes (i.e., resumiram o que fizeram).
4.      Explicitaram a intenção crítica subjacente à prática jornalística portuguesa.
5.      Finalizaram, lendo um excerto selecionado interessante que sintetiza a função do episódio.
6.      Boa preparação, investimento e captação da atenção dos colegas.
19
6
 
18

14






Cap. II
9

1.      Iniciaram a apresentação com a dramatização do enredo configurado neste capítulo: sabiam muito bem as falas; aproveitaram todo o espaço da sala e recorreram ao PowerPoint para localizar espacialmente os momentos ao longo da representação.
2.      Explicaram as personagens e o espaço, recorrendo aos slides do PowerPoint (sem ler. Muito investimento e preparação!).
3.      Finalizaram, lendo vários excertos selecionados e ilustrativos do capítulo, explicando sempre e muito bem o porquê dessa seleção (amor do casal, amor filial; triângulo amoroso).

18
19

18



Cap. 8

Carlos em Sintra


8

1.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando PowerPoint com imagens e excertos do episódio e uma breve dramatização.
2.      Leram o resumo do capítulo de modo bastante audível, distribuindo bem o trabalho pelos elementos do grupo.
3.      Optaram por dramatizar parte do episódio, embora talvez tivesse sido preferível valorizar as imagens e excertos constantes nos slides do PowerPoint, visto tratar-se de um episódio espacial (títulos no PowerPoint: «Mapa do roteiro», «hotéis de Sintra», «caminhos de Sintra»).
1.      Menos bom: Finalização brusca da apresentação.
2.      Ponto forte: Apresentaram as queijadas de Sintra, oferecendo-as aos colegas.
17
13

24







Cap. 12

O jantar dos Gouvarinho


3

1.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando linguagem diversificada e criativa.
2.      Distribuíram bem o trabalho pelos elementos do grupo, sendo expressivos.
3.      Na apresentação das personagens foi valorizado o seu desempenho ou valor no episódio em concreto: por ex., as ideias e atitudes de Ega.
4.      Muito interessante o enunciar/explicar de temas presentes no episódio.
5.      Menos bom: por vezes, utilizaram um registo um tanto coloquial (no retrato de Carlos e na reiteração de que as personagens das classes dirigentes eram ignorantes).
6.      Ponto forte: Trabalho com muito pormenor, facilmente compreendido através dos desenhos (pertinentes e engraçados) e dos «rótulos» das personagens e da ementa.

17
5

22







Cap. 16

O sarau no Teatro Trindade


2

1.      A C. fez uma boa e rápida introdução ao episódio/capítulo.
2.      A enumeração e descrição das personagens presentes neste cap., feita por L., foi pouco ou quase nada audível. A música de fundo não ajudou.
3.      Foi selecionado e recriado um diálogo entre Ega e Mr. de Guimarães  para ser representado à turma: a C e a S foram muito espontâneas e naturais, tornando a conversa animada e cativante.
4.      Menos bom: Ficámos a saber pouco sobre o sarau em si; deveriam ter explicitado a intenção crítica subjacente a este episódio.
5.      Ponto forte: Representação em torno do segredo do cofre.
16
16

15
20

16




3 de junho de 2012

11º G - Comentário das exposições orais, em grupo


Trabalho de grupo: Apresentação oral sobre um episódio de Os Maias

avaliação


Episódio
Nº
Grupos
Comentários
Classif.
0-20


Cap. 8

Carlos em Sintra

10

1.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando PowerPoint com linguagens diversificadas: imagens (pertinentes), textos (adequados).
2.      Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos, sendo expressivos.
3.      O B. introduziu o tema, explicitando qual o enfoque do trabalho (seleção de informação).
4.      Ponto forte: darem a conhecer excertos do cap., complementando-os com imagens, e terem comentado quer os excertos quer as imagens (boa valorização do material utilizado).
5.      Finalizaram, selecionando uma parte/momento de que gostaram mais. O arco de Seteais enquadrando o Palácio da Pena.
6.      Boa gestão de tempo; captação da atenção dos colegas e valorização dos materiais.
18
4

18



Cap. 12

O jantar dos Gouvarinho

6
1.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando PowerPoint com imagens pertinentes e visualmente muito conseguidas.
2.      Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos, sendo expressivos.
3.      O D. expôs uma visão geral do episódio e depois salientou os principais assuntos tratados durante o jantar, sem ler e com uma boa dicção. Muito bom!
4.      O Y. explicou os principais objetivos do jantar e a ementa. Boa valorização das imagens.
5.      Boa gestão de tempo; captação da atenção dos colegas e valorização dos materiais.
6.      Menos bom: dizer que uma das personagens “sofria de diletantismo” como se fosse de facto uma doença; caraterizar as personagens em si (no global do romance) sem referir como se comportaram ou foram importantes no jantar. A referência a Afonso da Maia (excerto) é acessória.
17
14

17




Cap. 15

Jornal “A Tarde”
“A Corneta do Diabo”

11

1.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando PowerPoint com linguagens diversificadas: imagens e textos pertinentes e até engraçados.
2.      Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos, sendo expressivos.
3.      O J. introduziu o tema, utilizando o PowerPoint e explicando de memória todos os pormenores do episódio. Muito bom!
4.      O D. explicou a crítica visada com o episódio, procurando estabelecer um paralelo com a atualidade.
5.      Enunciaram e descreveram as principais personagens intervenientes no episódio.
6.      Ponto forte: finalizaram, selecionando um excerto caricato/interessante que sintetiza bem o episódio.
7.      Boa gestão de tempo; captação da atenção dos colegas e valorização dos materiais.
8.      Menos bom: Os tópicos do resumo do episódio são expressos exatamente como na ficha informativa fornecida pelo professor.
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5

17



Cap. 10

As corridas de cavalos

8

1.      Fizeram uma apresentação oral com recurso ao PowerPoint, sem tirar todo o partido desse instrumento (utilização de imagens, excertos da obra, etc.).
2. Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos.
3. O B. descreveu as várias personagens intervenientes no episódio e o F. resumiu o episódio, lendo dos slides.
4. Ponto forte: descrição do Dâmaso como um personagem relacionado como o início e o fim dos amores de Carlos.
5. Menos bom: Foram demasiado esquemáticos, resumindo personagens e episódios, quando poderiam ser mais explicativos ou seletivos. Iniciaram e terminaram de modo abrupto (sem conclusão) ou abreviado (introdução fraca).
14
3
14


Cap. 16

O sarau no Teatro Trindade

7

6.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando PowerPoint com imagens pertinentes.
7.      Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos, com certa expressividade.
8.      Após uma muita breve introdução ao trabalho por N., a F. expôs os vários assuntos (ver uso das aspas no PowerPoint) tratados no episódio/sarau, com à vontade e expressividade.
9. Boa gestão de tempo; captação da atenção dos colegas. Poderiam ter apresentado o excerto escolhido num slide.
10. Menos bom: Poderiam ter valorizados os acontecimentos culturais do sarau; mostrar como as personagens se comportaram durante o sarau.
16
21

16


Cap. 18

O passeio de Carlos e Ega

1

1.      Fizeram uma apresentação oral interessante, utilizando PowerPoint (imagens pertinentes, tópicos textuais) e vídeo.
2.      Distribuíram bem o trabalho pelos dois elementos, sendo expressivos.
3.      Ponto forte: Conseguiram encontrar o segmento adequado do episódio final na minissérie brasileira e apresentá-lo à turma (poderiam ter explicado um pouco mais esta escolha).
4. Boa gestão de tempo; captação da atenção dos colegas e valorização dos materiais.
17
9

17

6 de maio de 2012

Os Maias - tema de amor

No Facebook, o realizador, escritor e guionista Vicente Alves do Ó escreveu:
«Os amigos brasileiros adaptam para o pequeno ecrã este folhetim queiroziano.... e é lindo, e trágico e sedutor... e é tudo. ♥»


Eis:

30 de abril de 2012

Webgrafia sobre Eça de Queirós e “Os Maias”


  • Cronologia Biobibliográfica

  •  “Eça de Queirós”, in Propostas de análise de autores portugueses. Português

17 de abril de 2012

Eça de Queirós in "Grandes Livros", RTP2



Eça de Queirós, 1845-1900




Fonte: Programa "Grandes Livros" da RTP2


Neste episódio, seguindo o formato habitual, procede-se à análise de uma das obras-primas do romacista português, com testemunhos ou críticas de reconhecidos especialistas sobre a obra e/ou o autor em análise; contemplando igualmente recriações do autor e da sua obra. 


Nota. A organização deste texto em três partes - 1) O autor, 2) A obra e 3) O programa - é da minha responsabilidade.


1 - O autor
Eça de Queirós



«100 anos antes da passagem para o século XXI, Portugal perdia o seu romancista mais irónico, acutilante na crítica da "portugalidade" e uma das mentes mais activas da Geração de 70. Em Agosto de 1900 morria José Maria Eça de Queirós, autor (postumamente) consagrado d'Os Maias e d'O Crime do Padre Amaro.

Membro de um grupo de jovens reformadores que viam na literatura a autópsia da mente humana, na senda de um tal Realismo francês que surgira como reacção aos emocionados Românticos, compartilhou com Antero de Quental, Ramalho Ortigão e Oliveira Martins, entre outros, a mudança do paradigma literário.

Natural da Póvoa de Varzim, teve no Porto e em Coimbra a sua educação e a sua estreia nas lides literárias. Na Gazeta de Portugal publicaria os seus primeiros trabalhos e ficaria reputado na academia, com amizades entre os oponentes de Feliciano de Castilho e já com o projecto de mudança daquele Portugal em mente. Em Lisboa tomaria lugar nas Conferências do Casino, sempre atento à esfera social e apontando os podres que analisava através do seu monóculo. Mais tarde, sem conseguirem mudar a nação a que pertenciam, os jovens iriam ironicamente intitular-se de Vencidos da Vida.

Mas foi no estrangeiro que Eça passou grande parte da sua vida profissional. Primeiro no Egito, como jornalista, dando conta da construção do Canal do Suez. Havana, Newcastle, Bristol, Paris e Neuilly, onde viria a falecer, sucedem-se na sua carreira de cônsul, enquanto desenvolvia a maioria dos seus romances realistas.

À distância do país natal sentia uma maior acuidade na descrição dos "episódios" da vida portuguesa, da possibilidade de comparar os costumes nacionais com aqueles que, importados, eram adotados pelas classes mais elevadas. E sempre com a mesma prosa fluída, cheia de humor ácido que, no fundo, faz das suas obras verdadeiras sátiras do ser-se português.

Por alguma razão se fala tanto de um tal João da Ega, personagem d'Os Maias que é considerado um alter-ego de quem o criou.»
Fonte: Programa "Grandes Livros" da RTP2

2 - A obra
Os Maias

«A história de uma família portuguesa, em finais do século XIX, tornou-se uma das obras mais consagradas a nível mundial. Do punho de Eça de Queirós, numa escrita realista que apontava todos os "podres" dos protagonistas, seguimos os Maias. Nas figuras do patriarca Afonso, do traído Pedro e do diletante Carlos apresentam-se três gerações de uma família de elevado estatuto nas lides lisboetas.

O palácio do Ramalhete, o Teatro da Trindade e Sintra são alguns dos palcos da acção. Nestes lugares desfilam personagens-tipo de um tempo "queirosiano": mulheres fatais, políticos corruptos, jovens utópicos que assumem um papel de mudança no futuro do país, para, no fim, nada terem feito.

O incesto também é um tema-chave do livro. O promissor Carlos, médico, de brilhante início de carreira, respeitado pelos seus pares, envolve-se com uma misteriosa dama casada. Depois de algumas peripécias (saber que Maria Eduarda afinal não era pertença de outro homem) e de, finalmente, poder viver livremente aquele amor tão "puro", Carlos da Maia vê o seu mundo ruir: ela era a sua irmã, levada de Portugal pela mãe, aquela Maria Monforte das histórias do avô, aquela que conduziu Pedro ao suicídio.

Eça de Queirós levou oito anos a compor esta saga familiar que, para lá das desventuras amorosas do membro mais novo (Carlos) e das tropelias do seu melhor amigo (João da Ega), também revela um Portugal de Fim-de-Século muito contemporâneo. Toda uma sociedade foi alvo do olhar atento, irónico e muito mordaz de Eça. Política, cultura, costumes e rotinas, nada escapou neste grande clássico da literatura.»
Fonte: Programa "Grandes Livros" da RTP2

3 - O Programa

Este programa está disponível, em 5 partes (1/5, 2/5; 3/5, 4/5, 5/5), no Youtube. 
Reconstituo aqui o documentário da RTP2. Em nome da aprendizagem e da cultura, espero que não levante problemas de direitos de autor. Boa viagem!

1/5


2/5


3/5




4/5




5/5

16 de abril de 2012

Português, 11º ano. Orientações para: Comentário literário



Orientações:

 
Competência em treino: Expressão escrita
Atividade: Comentário literário
Tema: Uma cena de Frei Luís de Sousa
Modalidade de trabalho: Trabalho individual
Dimensão e formato: 1-2 folhas A4, Processado em Word 
Prazo de entrega: 4.05.12

Este trabalho consiste na produção de um texto escrito, um comentário de um excerto literário, bastante semelhante a um texto de apreciação crítica (ver ficha informativa na pág. 25 do manual).

Deverás obrigatoriamente: 

1. Escolher uma cena do drama Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett.

2. Apresentar um plano por tópicos para o respetivo comentário.

3. Planear (organizar) o texto de acordo com a seguinte estrutura geral:
  1. Indicar o ato e a cena a comentar, a dimensão desta, as personagens presentes, a eventual existência de didascálias…
  2. Indicar sucintamente (4-5 linhas) o assunto da cena.
  3. Inserir a cena na ação dramática, isto é, indicar os aspetos imediatamente antes e depois da cena em estudo que sejam pertinentes (notar se há causa/consequência ou contraste/afinidade, etc.).
  4. Analisar a cena, relacionando as personagens (as suas falas, a sua caracterização e comportamentos) com o desenvolvimento da ação, com o conflito dramático central, o espaço ou o tempo, valorizando aspetos estilísticos, históricos, sociais, etc.
  5. Brevíssima síntese (3-4 linhas) do que se disse antes, salientando o aspeto que se considerou mais pertinente no comentário.


Nota: Ver no e-mail da turma um exemplo de plano e de redação de comentário.


4. No topo da primeira folha do trabalho deverão constar os elementos de identificação do seu autor (nome, número, ano e turma).


Biblio-web-grafia a consultar: 

  • Cap. 3 do manual Português 11º ano;
  • Projeto Desafios; 
  • dicionários e histórias de literatura portuguesa; 
  • blogue “Lições Práticas”; 
  • Google; Wikipédia, Youtube...















7 de abril de 2012

Os Maias (2011) - minisérie da rede Globo


Os Maias (2001)

"Os Maias" foi uma minissérie exibida pela Rede Globo, Brasil, em 2001. 

Constitui uma adaptação do romance homónimo de Eça de Queirós, integrando ainda aspetos de outro romance queirosiano - "A Relíquia".

Esta minisérie foi escrita por Maria Adelaide Amaral e João Emanuel Carneiro  e dirigida por Luiz Fernando Carvalho.




APRESENTAÇÃO

1/4

2/4

3/4


4/4
Os Maias (2001) - Serie Completa - Parte 4 de 4
http://youtu.be/hkaZdX7c_Oo
































1 de abril de 2012

Sumários e TPCs, 11º G - 3º período


3º período 


Aula 46 (10 abril, terça)

- Processamento em Word do texto argumentativo sobre o "Fast-food versus Alimentação saudável":


Aula 47 (13 abril)

- Resolução de uma ficha de verificação de leitura sobre o drama Frei Luís de Sousa [Itens verdadeiro/falso; itens de escolha múltipla].


Aula 48 (17 abril, terça)

- Orientações para o trabalho escrito individual: comentário de uma cena dramática do drama Frei Luís de Sousa.
- Sistematização da estrutura e personagens deste drama.


Aula 49 (20 abril)
- Inventariação de algumas caraterísticas da estética realista a partir do manual (pp. 190-192).


***


Aula 50 (27 abril, sexta-feira)
- Orientações para o trabalho de grupo: exposição oral sobre um episódio de 
Os Maias [Recursos: fotocópias, manual, Internet, blogue, e-mail da turma; Constituição de grupos; atribuição de um tema; calendarização]


- Motivação para a leitura do romance através de elementos paratextuais.



Aula 51 (4 maio)
- Visão global do romance Os Maias como um todo orgânico. [a reformular]


Aula 52 (8 maio, terça)
- 


Aula 53 (11 maio)
- 


Aula 54 (15 maio, terça)
- 


Aula 55 (18 maio)
- 


Aula 56 (22 maio, terça)
- 


Aula 57 (25 maio)
- 


Aula 58 (29 maio, terça)
- 


Aula 59 (1 junho)
- 


Aula 60 (5 junho, terça)
- 


Aula 61 (8 junho)
- 

Sumários e TPCs, 11º D - 3º período


3º período



Aula 44 (10 abril, terça)

- Processamento em Word do texto argumentativo sobre o "Fast-food versus Alimentação saudável".


Aula 45 (16 abril)

- Resolução de uma ficha de verificação de leitura sobre o drama Frei Luís de Sousa [Itens verdadeiro/falso; itens de escolha múltipla].


Aula 46 (17 abril, terça)

- Orientações para o trabalho escrito individual: comentário de uma cena dramática do drama Frei Luís de Sousa.

Aula 47 (23 abril)

- Inventariação de algumas caraterísticas da estética realista a partir do manual (pp. 190-192).

Aula 48 (30 abril)

- Orientações para o Trabalho de pares/grupo: apresentação oral sobre um episódio de Os Maias.
- Motivação para a leitura do romance através de elementos paratextuais.

Aula 49 (7 maio)
- 


Aula 50 (8 maio, terça)
- 


Aula 51 (14 maio)
- 


Aula 52 (15 maio, terça)
- 


Aula 53 (21 maio)
- 


Aula 54 (22 maio, terça)
- 


Aula 55 (28 maio)
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Aula 56 (29 maio, terça)
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Aula 57 (4 junho)
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Aula 58 (5 junho, terça)
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